Sala de estudos

Cordados: o que cai no ENEM e nos vestibulares

Cordados têm notocorda, tubo neural dorsal, fendas faríngeas e cauda pós-anal: entenda subfilos, classes de vertebrados e o que cai no ENEM.

Ilustração estilo Pixar de animais cordados simpáticos em um ambiente natural: um peixe colorido, um sapo sorridente, um lagarto, uma ave, mamíferos peludos e um anfioxo translúcido nadando em água clara.
Ilustração estilo Pixar de animais cordados simpáticos em um ambiente natural: um peixe colorido, um sapo sorridente, um lagarto, uma ave, mamíferos peludos e um anfioxo translúcido nadando em água clara.
Direto ao assunto
  1. Resumo rápido
  2. O que define um cordado: as quatro características diagnósticas
  3. Os três subfilos: tunicados, cefalocordados e vertebrados
  4. Os vertebrados: crânio, coluna e cefalização
  5. Peixes: os primeiros vertebrados
  6. Anfíbios: a vida dupla, entre a água e a terra
  7. Répteis: a conquista definitiva da terra
  8. Aves: penas, voo e temperatura constante
  9. Mamíferos: pelos, glândulas mamárias e cuidado com os filhotes
  10. Evolução dos cordados: do mar à terra, e de volta à água
  11. Importância ecológica, econômica e conservação
  12. Mapa mental
  13. SAQ — Perguntas e respostas curtas
  14. Questões comentadas
  15. Dica do professor
  16. Atenção / cuidado
  17. Conexão com outras áreas

Resumo rápido

Os cordados são os animais do filo Chordata, e você é um deles. Peixes, sapos, lagartos, aves, cachorros, baleias e seres humanos pertencem todos a esse filo, assim como animais bem menos conhecidos, como o anfioxo, uma criatura marinha pequena e translúcida, parecida com uma lanceta, e as ascídias, que na fase adulta parecem pequenas bolsas fixas nas rochas do mar. O que une animais tão diferentes não é a aparência de adulto, mas um conjunto de quatro características que aparecem, pelo menos, em alguma fase da vida, quase sempre no embrião: a notocorda, o tubo neural dorsal, as fendas faríngeas e a cauda pós-anal.

Se você decorar essas quatro palavras, já resolve metade das questões de cordados no ENEM e nos vestibulares. A notocorda é uma haste flexível, formada por células, que corre ao longo do dorso e dá sustentação ao corpo. O tubo neural dorsal é um cordão nervoso oco, situado acima da notocorda, que nos vertebrados origina o encéfalo e a medula espinhal. As fendas faríngeas são aberturas na região da faringe, que nos peixes viram brânquias e, em nós, aparecem no embrião e dão origem a outras estruturas. A cauda pós-anal é um prolongamento do corpo depois do ânus, presente no embrião humano e mantida na vida adulta em muitos vertebrados, como o cachorro e o lagarto.

Os cordados são animais triblásticos, celomados, deuterostômios, com simetria bilateral — o mesmo plano básico dos equinodermos, o que indica parentesco evolutivo entre os dois filos. Dentro do filo, há três subfilos: Urochordata, os tunicados, como as ascídias; Cephalochordata, os cefalocordados, como o anfioxo; e Vertebrata, os vertebrados, que são a imensa maioria dos cordados conhecidos e o grupo que mais cai na prova. É um tema de incidência ♨️ Morno em Biologia, e costuma aparecer em questões de zoologia, evolução, embriologia e comparação entre os filos animais. Para situar os cordados entre os outros grupos, vale revisar antes as matérias de poríferos, cnidários, moluscos e anelídeos na sala de estudo.

O que define um cordado: as quatro características diagnósticas

Em zoologia, uma característica diagnóstica é aquela que define um grupo: se o animal tem aquele conjunto, ele pertence ao grupo, mesmo que, à primeira vista, pareça muito diferente dos outros membros. No caso dos cordados, são quatro características, e elas precisam ser entendidas uma por uma, porque cada uma vira pergunta de prova. A primeira é a notocorda. Imagine uma haste comprida, flexível e resistente, feita de células vacuolizadas, envoltas por uma bainha, que percorre o corpo de ponta a ponta, na região dorsal, abaixo do tubo nervoso. Ela funciona como um esqueleto primitivo: dá sustentação ao corpo, serve de ponto de apoio para os músculos e permite que o animal nade com movimentos laterais eficientes. No anfioxo, a notocorda vai da ponta da cabeça até a ponta da cauda e dura a vida inteira. Nos vertebrados, ela aparece no embrião e depois é substituída pela coluna vertebral, mas deixa vestígios: nos seres humanos, por exemplo, restos da notocorda embrionária participam da formação dos discos intervertebrais, aqueles amortecedores entre as vértebras.

A segunda característica é o tubo neural dorsal. Nos invertebrados que você já estudou, como os anelídeos e os artrópodes, o cordão nervoso principal é ventral, ou seja, fica na parte de baixo do corpo, e é maciço, sem cavidade interna. Nos cordados, acontece o inverso: o sistema nervoso central forma um tubo oco, situado na região dorsal, acima da notocorda. Esse detalhe — dorsal e oco, em vez de ventral e maciço — é uma das diferenças mais cobradas entre cordados e os demais animais, e aparece em muitas questões de comparação. No embrião dos vertebrados, esse tubo se dilata na região anterior e forma o encéfalo, enquanto o restante origina a medula espinhal. É por isso que dizemos que os vertebrados têm sistema nervoso dorsal: cérebro e medula ficam protegidos, respectivamente, pelo crânio e pela coluna vertebral.

A terceira característica são as fendas faríngeas, também chamadas de fendas branquiais. Na região da faringe, que é a parte inicial do tubo digestório, logo atrás da boca, o embrião dos cordados apresenta uma série de aberturas laterais, as fendas, separadas por arcos. Nos cordados aquáticos, essas fendas permanecem na vida adulta e sustentam as brânquias, por onde a água passa e o oxigênio é captado. Nos cordados terrestres, elas aparecem no embrião e depois se fecham ou se transformam: nos mamíferos, por exemplo, os arcos faríngeos originam estruturas como ossos do ouvido médio, parte da mandíbula e glândulas, e uma das fendas dá origem ao canal auditivo externo. Quando a questão mostra um embrião humano com “fendas no pescoço” e pergunta por que isso não significa que o ser humano seja um peixe, a resposta é essa: as fendas são uma herança embrionária comum a todos os cordados, que depois segue caminhos diferentes em cada grupo.

A quarta característica é a cauda pós-anal, isto é, uma cauda que se estende além do ânus. Em muitos animais, o ânus fica na extremidade posterior do corpo, e não há nada depois dele. Nos cordados, o corpo continua depois do ânus, formando uma cauda que contém músculos, notocorda e tubo nervoso, mas não contém o tubo digestório. Essa cauda é fundamental para a natação: nos peixes e nos girinos, é ela que empurra a água e produz o movimento. No embrião humano, a cauda pós-anal existe e depois regride, restando apenas o cóccix, aquele pequeno conjunto de vértebras fundidas no fim da coluna. Já no cachorro, no cavalo e no lagarto, a cauda é mantida na vida adulta e serve para equilíbrio, comunicação e, em alguns casos, defesa.

Um ponto que a prova adora cobrar: essas quatro características não precisam estar presentes todas ao mesmo tempo na vida adulta. O critério é “em alguma fase do desenvolvimento”, e, na prática, é quase sempre na fase embrionária ou larval. A ascídia adulta, por exemplo, é séssil, sem notocorda, sem cauda e sem tubo nervoso dorsal evidente — mas sua larva, que nada livremente, tem todas as quatro características, e é por isso que ela é classificada como cordado. Da mesma forma, o ser humano adulto não tem fendas faríngeas abertas nem cauda visível, mas o embrião humano tem as quatro. Se a questão perguntar o que define o filo, responda com o conjunto completo, e não com uma característica isolada: é a combinação das quatro que caracteriza um cordado.

CaracterísticaO que éFunção e destino nos vertebrados
NotocordaHaste flexível dorsal, de células vacuolizadas, abaixo do tubo nervosoSustentação e apoio muscular; no embrião dos vertebrados é substituída pela coluna vertebral, com vestígios nos discos intervertebrais
Tubo neural dorsalCordão nervoso oco, dorsal, acima da notocordaOrigina o encéfalo e a medula espinhal, protegidos pelo crânio e pela coluna
Fendas faríngeasAberturas laterais na faringe, separadas por arcosNos peixes sustentam as brânquias; nos terrestres aparecem no embrião e originam outras estruturas, como ossos do ouvido
Cauda pós-analProlongamento do corpo depois do ânus, com músculos, notocorda e tubo nervosoLocomoção aquática; no ser humano regride no embrião, restando o cóccix

Os três subfilos: tunicados, cefalocordados e vertebrados

O filo Chordata se divide em três subfilos, e a diferença entre eles é exatamente o destino da notocorda e a presença de crânio e coluna vertebral. O primeiro subfilo é Urochordata, os urocordados ou tunicados. O nome já dá a dica: uro significa cauda, e é na cauda da larva que a notocorda aparece. O exemplo mais famoso é a ascídia, também chamada de seringa-do-mar, um animal marinho que, na fase adulta, vive fixo em rochas, conchas e cascos de embarcações, com o corpo em forma de bolsa, revestido por uma túnica de um material parecido com celulose, a tunicina. O adulto filtra a água: ela entra por um sifão inalante, passa pela faringe cheia de fendas, onde as partículas de alimento ficam retidas, e sai por um sifão exalante. A ascídia adulta perdeu a notocorda, a cauda e o tubo nervoso desenvolvido — mas a larva dela, chamada de larva girino, nada livremente e tem todas as quatro características de cordado. É um exemplo clássico de como a classificação leva em conta o ciclo de vida inteiro, e não só a forma adulta.

O segundo subfilo é Cephalochordata, os cefalocordados, representados pelo anfioxo, do gênero Branchiostoma. O nome significa “corda na cabeça”, porque a notocorda do anfioxo se estende até a extremidade anterior do corpo, além do tubo nervoso. O anfioxo é um animal pequeno, de poucos centímetros, translúcido, sem cabeça diferenciada, sem crânio e sem vértebras, que vive semienterrado na areia de águas marinhas rasas, com a boca voltada para cima, filtrando partículas da água. Ele é considerado o cordado mais próximo do plano corporal ancestral do filo, e por isso é o modelo preferido dos livros didáticos: nele, as quatro características aparecem de forma clara e duram a vida toda — notocorda da ponta à ponta, tubo neural dorsal, muitas fendas faríngeas e cauda pós-anal. Se a questão perguntar qual animal mantém a notocorda por toda a vida e não tem crânio nem vértebras, a resposta é o anfioxo, e não um peixe.

O terceiro subfilo é Vertebrata, os vertebrados, de longe o grupo mais diverso e mais cobrado. Aqui, a notocorda embrionária é substituída por uma coluna vertebral, formada por vértebras, que protege a medula espinhal, e surge um crânio, que protege o encéfalo. Além disso, os vertebrados têm um endosqueleto interno, um coração ventral com câmaras, um sistema circulatório fechado bem desenvolvido, com hemácias, e órgãos sensoriais concentrados na cabeça, como olhos, ouvidos e narinas — um processo chamado de cefalização. É entre os vertebrados que surgem os peixes, os anfíbios, os répteis, as aves e os mamíferos, que dominam os ambientes aquáticos e terrestres do planeta e que você vai detalhar na próxima seção.

SubfiloNotocordaCrânio e vértebrasExemplo e modo de vida
Urochordata (tunicados)Só na cauda da larva; ausente no adultoAusentesAscídia: larva nadadora, adulto séssil e filtrador, com túnica de tunicina
Cephalochordata (cefalocordados)Por toda a vida, da cabeça à caudaAusentesAnfioxo: marinho, semienterrado na areia, filtrador, sem cabeça diferenciada
Vertebrata (vertebrados)No embrião; substituída pela coluna vertebralPresentes: crânio e vértebrasPeixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos: os cordados mais diversos e conhecidos

Os vertebrados: crânio, coluna e cefalização

Os vertebrados são definidos por duas novidades em relação aos protocordados: o crânio e a coluna vertebral. O crânio é uma caixa, cartilaginosa ou óssea, que protege o encéfalo e abriga os principais órgãos dos sentidos. A coluna vertebral é uma série de vértebras articuladas, que protege a medula espinhal e dá sustentação ao corpo, ao mesmo tempo em que mantém a flexibilidade necessária para os movimentos. Juntas, essas duas estruturas permitiram o aumento do encéfalo, o refinamento dos sentidos e o surgimento de corpos maiores, mais ativos e mais ágeis — e, por isso, os vertebrados conseguiram ocupar praticamente todos os ambientes do planeta, do fundo do oceano ao alto das montanhas.

Peixes: os primeiros vertebrados

Os peixes foram os primeiros vertebrados a surgir, há mais de 500 milhões de anos, e até hoje são o grupo de vertebrados com maior número de espécies. São animais exclusivamente aquáticos, com corpo em geral fusiforme, que facilita o deslocamento na água, nadadeiras para locomoção e equilíbrio, e respiração branquial durante toda a vida. As brânquias são órgãos ricamente vascularizados, sustentados por arcos branquiais, por onde a água passa e o oxigênio se difunde para o sangue, enquanto o gás carbônico sai no caminho inverso. A maioria dos peixes tem linha lateral, que percebe vibrações, e escamas, que protegem o corpo e reduzem o atrito com a água.

Os peixes se dividem em três grandes grupos. Os ágnatos, ou ciclostomados, são os peixes sem mandíbula, como as lampreias e as feiticeiras, que têm boca circular, sem mandíbulas articuladas, e esqueleto cartilaginoso. Os condrictes, ou peixes cartilaginosos, como tubarões, raias e quimeras, têm endosqueleto de cartilagem, pele com dentículos dérmicos, que a deixam áspera como lixa, e fendas branquiais sem opérculo, aquela tampa que protege as brânquias nos peixes ósseos. Os osteíctes, ou peixes ósseos, como o lambari, a sardinha e o bacalhau, têm endosqueleto ósseo, opérculo cobrindo as brânquias e, na maioria, bexiga natatória, um órgão cheio de gás que controla a flutuação e permite ao peixe subir e descer na coluna de água sem gastar muita energia.

Anfíbios: a vida dupla, entre a água e a terra

Os anfíbios, como sapos, rãs, pererecas, salamandras e cobras-cegas, são os vertebrados que fizeram a primeira transição do ambiente aquático para o terrestre, há cerca de 360 milhões de anos. O nome já diz tudo: amphi significa duplo, e bios significa vida — vida dupla, na água e na terra. São animais ectotérmicos, com pele fina, úmida, permeável e ricamente vascularizada, sem escamas, sem pelos e sem penas, que participa da respiração cutânea, complementando a respiração pulmonar do adulto. Por isso, os anfíbios dependem de ambientes úmidos e são muito sensíveis à poluição e ao ressecamento: sua pele permeável absorve água, oxigênio e também poluentes, o que os torna excelentes bioindicadores da qualidade ambiental.

O ciclo de vida dos anfíbios é o exemplo clássico de metamorfose nos vertebrados. Da fecundação, em geral externa e na água, nasce uma larva aquática, o girino, que respira por brânquias, tem cauda e se alimenta de algas e detritos. Ao longo da metamorfose, sob controle hormonal, o girino desenvolve pulmões, perde a cauda, forma as patas e muda o tubo digestório, transformando-se no adulto terrestre, que respira por pulmões e pela pele e se alimenta de insetos e outros pequenos animais. As glândulas de veneno na pele de muitos sapos, como as parotoides atrás dos olhos, são uma defesa contra predadores, e não um motivo para matar o animal: a maioria dos sapos brasileiros não oferece perigo a quem não o manipula, e todos têm papel importante no controle de insetos, inclusive de vetores de doenças.

Répteis: a conquista definitiva da terra

Os répteis, como lagartos, serpentes, tartarugas, jacarés e crocodilos, foram os primeiros vertebrados a se libertar totalmente da água para a reprodução, graças a uma invenção evolutiva fundamental: o ovo amniótico, ou ovo com casca. Esse ovo tem anexos embrionários — âmnio, cório, alantoide e saco vitelínico — que protegem o embrião, fornecem alimento, armazenam excretas e permitem as trocas gasosas, funcionando como um “aquário particular” para o embrião. Com ele, o réptil pode depositar seus ovos em terra firme, longe da água, e o filhote nasce já parecido com o adulto, sem fase larval aquática. É o mesmo tipo de ovo que, depois, aves e mamíferos monotremados também apresentam, com modificações.

Os répteis são ectotérmicos e têm a pele seca, queratinizada e coberta por escamas ou placas, que reduzem a perda de água e protegem contra o ressecamento — o oposto da pele úmida e permeável dos anfíbios. A respiração é exclusivamente pulmonar, com pulmões mais desenvolvidos que os dos anfíbios, e a circulação, na maioria, é dupla e incompleta, com coração de três câmaras, mas com um septo parcial no ventrículo, que reduz a mistura de sangue. Nos crocodilianos, o coração já tem quatro câmaras, como o das aves e dos mamíferos, embora ainda haja uma pequena comunicação entre as circulações. A excreção é feita por rins, e o principal produto é o ácido úrico, eliminado como uma pasta esbranquiçada, com pouquíssima água — uma economia de água perfeita para ambientes secos, e a mesma estratégia das aves.

Aves: penas, voo e temperatura constante

As aves, como pombos, galinhas, araras, pinguins e beija-flores, são os vertebrados do voo, embora nem todas voem: pinguins nadam, avestruzes correm e galinhas voam pouco. Sua marca registrada são as penas, estruturas de queratina, exclusivas do grupo, que servem para o voo, para o isolamento térmico e para a exibição, nas cores e nos desenhos que atraem parceiros. O corpo é aerodinâmico, os ossos são pneumáticos, ou seja, ocos e cheios de ar, o que reduz o peso sem perder resistência, e os membros anteriores se transformaram em asas. A ausência de dentes, substituídos por um bico córneo, e a presença de uma moela muscular, que tritura o alimento com a ajuda de pequenas pedras, também aliviam o peso para o voo.

Mamíferos: pelos, glândulas mamárias e cuidado com os filhotes

Os mamíferos, como cachorros, gatos, baleias, morcegos, elefantes e seres humanos, são a classe a que pertencemos, e suas duas marcas registradas dão nome ao grupo: pelos e glândulas mamárias. Os pelos, de queratina, isolam o corpo termicamente e, em muitos casos, servem para camuflagem e comunicação. As glândulas mamárias produzem leite, um alimento completo, com proteínas, gorduras, açúcares, vitaminas e anticorpos, que alimenta os filhotes nos primeiros tempos de vida. Além disso, os mamíferos têm diafragma, um músculo que separa o tórax do abdome e participa da respiração, dentes diferenciados em incisivos, caninos, pré-molares e molares, conforme a dieta, e, na maioria, uma placenta, que permite a troca de nutrientes e gases entre mãe e feto durante a gestação.

Os mamíferos se dividem em três grupos, conforme a reprodução. Os monotremados, como o ornitorrinco e a equidna, são ovíparos: põem ovos com casca, mas amamentam os filhotes, e são encontrados na Austrália e na Nova Guiné. Os marsupiais, como o canguru, o gambá e o coala, têm gestação curta e os filhotes completam o desenvolvimento no marsúpio, uma bolsa na barriga da mãe, onde ficam presos às mamas. Os placentários, ou eutérios, como cachorros, baleias, morcegos, elefantes e seres humanos, têm gestação longa, com placenta bem desenvolvida, e os filhotes nascem em estágio mais avançado. A diversidade de mamíferos é enorme: há mamíferos aquáticos, como baleias e golfinhos, voadores, como os morcegos, subterrâneos, como as toupeiras, e terrestres de todos os tamanhos, do musaranho de poucos gramas à baleia-azul, o maior animal que já existiu.

ClasseRevestimento e respiraçãoCoração e temperaturaReprodução e marca do grupo
PeixesEscamas; brânquias a vida toda2 câmaras, circulação simples; ectotérmicosFecundação geralmente externa; linha lateral e nadadeiras; condrictes com cartilagem, osteíctes com osso e opérculo
AnfíbiosPele fina, úmida e permeável; brânquias na larva, pulmões e pele no adulto3 câmaras, circulação dupla incompleta; ectotérmicosFecundação geralmente externa, na água; metamorfose do girino ao adulto; ovos sem casca
RépteisEscamas, pele seca e queratinizada; pulmões3 câmaras, 4 nos crocodilianos; ectotérmicosFecundação interna; ovo amniótico com casca; excreção de ácido úrico
AvesPenas; pulmões com sacos aéreos4 câmaras, circulação dupla completa; endotérmicasFecundação interna; ovo com casca calcária; ossos pneumáticos, asas e bico sem dentes
MamíferosPelos; pulmões alveolados, com diafragma4 câmaras, circulação dupla completa; endotérmicosFecundação interna; glândulas mamárias e leite; dentes diferenciados; monotremados, marsupiais e placentários

Evolução dos cordados: do mar à terra, e de volta à água

A história evolutiva dos cordados começa no mar, há mais de 540 milhões de anos, com animais pequenos, parecidos com o anfioxo, que filtravam partículas da água e nadavam com movimentos laterais, apoiados na notocorda. A partir desses ancestrais, surgiram os primeiros vertebrados, os peixes sem mandíbula, e depois os peixes com mandíbula, uma novidade que permitiu morder, rasgar e predar de forma muito mais eficiente, e que abriu caminho para a diversificação dos tubarões e dos peixes ósseos. As nadadeiras lobadas de alguns peixes ósseos, com ossos internos articulados, deram origem, ao longo de milhões de anos, às patas dos tetrápodes, os vertebrados de quatro membros, que conquistaram a terra firme.

A conquista da terra não foi um único passo, mas uma sequência de adaptações. Primeiro, os anfíbios levaram para a terra pulmões, patas e uma pele que respira, mas ainda dependiam da água para reproduzir. Depois, os répteis levaram o ovo amniótico, a pele impermeável e a excreção de ácido úrico, libertando a reprodução da água e permitindo a vida em ambientes secos. A partir dos répteis, surgiram dois grupos endotérmicos, com temperatura corporal constante e metabolismo alto: as aves, com penas e voo, e os mamíferos, com pelos e leite. Cada um desses passos aumentou a independência em relação ao ambiente, mas cobrou um preço energético maior: manter a temperatura constante exige comer muito mais do que ser ectotérmico, e é por isso que aves e mamíferos passam boa parte do dia se alimentando.

Importância ecológica, econômica e conservação

Ilustração estilo Pixar de um animal jovem em ambiente aquático mostrando as quatro características dos cordados: haste flexível no dorso, tubo nervoso dorsal, fendas na faringe e cauda depois do ânus.
Ilustração estilo Pixar de um animal jovem em ambiente aquático mostrando as quatro características dos cordados: haste flexível no dorso, tubo nervoso dorsal, fendas na faringe e cauda depois do ânus.
Ilustração estilo Pixar da diversidade dos vertebrados em uma paisagem natural: peixe no lago, sapo na beira da água, réptil em uma rocha ao sol, ave voando no céu e mamífero na floresta.
Ilustração estilo Pixar da diversidade dos vertebrados em uma paisagem natural: peixe no lago, sapo na beira da água, réptil em uma rocha ao sol, ave voando no céu e mamífero na floresta.

Mapa mental

  • Cordados (Chordata) — o filo a que pertencemos
    • Triblásticos, celomados, deuterostômios, simetria bilateral, sistema digestório completo
    • Quatro características diagnósticas, em alguma fase da vida, geralmente no embrião
  • As quatro características
    • Notocorda: haste flexível dorsal, sustentação, substituída pela coluna nos vertebrados
    • Tubo neural dorsal: oco e dorsal, origina encéfalo e medula espinhal
    • Fendas faríngeas: aberturas na faringe, brânquias nos peixes, outras estruturas nos terrestres
    • Cauda pós-anal: corpo depois do ânus, locomoção, cóccix no ser humano
  • Subfilos
    • Urochordata: tunicados, ascídia, notocorda só na cauda da larva, adulto séssil e filtrador
    • Cephalochordata: cefalocordados, anfioxo, notocorda a vida toda, sem crânio nem vértebras
    • Vertebrata: vertebrados, crânio e coluna vertebral, cefalização, endosqueleto
  • Classes de vertebrados
    • Peixes: brânquias, escamas, nadadeiras, coração de 2 câmaras, ectotérmicos; ágnatos, condrictes e osteíctes
    • Anfíbios: pele úmida, metamorfose, girino, coração de 3 câmaras, ectotérmicos, ovos sem casca
    • Répteis: pele com escamas, ovo amniótico com casca, ácido úrico, ectotérmicos, fecundação interna
    • Aves: penas, asas, ossos pneumáticos, sacos aéreos, coração de 4 câmaras, endotérmicas
    • Mamíferos: pelos, glândulas mamárias, diafragma, coração de 4 câmaras, endotérmicos; monotremados, marsupiais e placentários
  • Evolução
    • Mar: protocordados, peixes sem mandíbula, peixes com mandíbula
    • Terra: anfíbios com patas e pulmões, répteis com ovo amniótico
    • Endotermia: aves com penas e voo, mamíferos com pelos e leite; retornos à água: baleias, pinguins
  • Ecologia e conservação
    • Todos os níveis das cadeias alimentares, controle de insetos, dispersão de sementes, polinização
    • Pesca, leite, ovos, carne, pesquisa biomédica; ameaças: desmatamento, poluição, pesca predatória, doença fúngica nos anfíbios

SAQ — Perguntas e respostas curtas

1. Quais são as quatro características diagnósticas dos cordados?
Notocorda, tubo neural dorsal, fendas faríngeas e cauda pós-anal, presentes em alguma fase da vida, geralmente no embrião.

2. O que é a notocorda?
É uma haste flexível dorsal, de células vacuolizadas, que sustenta o corpo e serve de apoio aos músculos; nos vertebrados, é substituída pela coluna vertebral.

3. Por que o tubo neural dos cordados é diferente do dos anelídeos?
Porque é dorsal e oco, enquanto o cordão nervoso dos anelídeos e dos artrópodes é ventral e maciço; ele origina o encéfalo e a medula espinhal.

4. O que são os urocordados e os cefalocordados?
Urocordados são os tunicados, como a ascídia, com notocorda só na cauda da larva; cefalocordados são representados pelo anfioxo, com notocorda a vida toda, sem crânio nem vértebras.

5. O que define um vertebrado?
A presença de crânio, que protege o encéfalo, e de coluna vertebral, que protege a medula espinhal, substituindo a notocorda embrionária.

6. Qual é a novidade evolutiva dos répteis que libertou a reprodução da água?
O ovo amniótico, com casca e anexos embrionários, que protege o embrião e permite a postura em terra firme.

7. Como diferenciar aves e mamíferos quanto à temperatura e ao coração?
Ambos são endotérmicos e têm coração de quatro câmaras, com circulação dupla e completa; diferem pelo revestimento, penas nas aves e pelos nos mamíferos, e pelas glândulas mamárias, exclusivas dos mamíferos.

8. Por que os anfíbios dependem de ambientes úmidos?
Porque têm pele fina e permeável, respiram em parte pela pele, e seus ovos não têm casca contra o ressecamento, precisando de água ou umidade para se desenvolver.

Questões comentadas

As questões abaixo são inéditas, criadas no estilo do ENEM para esta matéria — não são cópias de questões reais de prova. Para treinar mais, confira também as dicas de estudo da sala de estudo.

Questão 1. Um pesquisador encontrou, na areia de uma praia, um animal marinho pequeno, translúcido, sem cabeça diferenciada, sem crânio e sem vértebras, que passa a vida semienterrado filtrando partículas da água. Ao analisar seu corpo, verificou uma haste flexível que vai da extremidade anterior à posterior, um tubo nervoso dorsal e fendas na região da faringe. Esse animal é, mais provavelmente:
a) uma ascídia adulta, que perdeu a notocorda e vive fixa em rochas.
b) um anfioxo, cefalocordado que mantém a notocorda por toda a vida.
c) um peixe ósseo jovem, que já apresenta coluna vertebral e opérculo.
d) um girino de sapo, que respira por brânquias e sofre metamorfose.
e) uma lampreia, peixe sem mandíbula com boca circular.
Gabarito: B. A combinação de animal pequeno, translúcido, sem crânio e sem vértebras, semienterrado na areia, com notocorda da ponta à ponta por toda a vida, define o anfioxo, um cefalocordado. A ascídia adulta (A) é séssil e perdeu a notocorda; o peixe ósseo (C) já tem vértebras e opérculo; o girino (D) é larva de anfíbio, com cabeça e cauda diferentes; a lampreia (E) é vertebrado, com crânio, mesmo sem mandíbula.

Questão 2. Uma larva marinha nada livremente, com uma cauda musculosa, uma haste de sustentação na cauda, um tubo nervoso dorsal e fendas na faringe. Na fase adulta, porém, ela se fixa em uma rocha, perde a cauda e a haste de sustentação e passa a filtrar a água com dois sifões. Esse ciclo de vida é característico de:
a) um urocordado, como a ascídia, cuja larva tem as características de cordado e o adulto as perde.
b) um cefalocordado, como o anfioxo, que mantém a notocorda por toda a vida.
c) um peixe cartilaginoso, como o tubarão, que mantém as fendas branquiais no adulto.
d) um anfíbio, como o sapo, que passa por metamorfose do girino ao adulto terrestre.
e) um molusco, como o mexilhão, que é séssil e filtrador na fase adulta.
Gabarito: A. A larva nadadora com todas as características de cordado e o adulto séssil, filtrador, sem notocorda nem cauda, é o ciclo da ascídia, um urocordado. O anfioxo (B) não perde a notocorda; o tubarão (C) é vertebrado e não se fixa; o sapo (D) tem metamorfose, mas o adulto é terrestre e vertebrado; o mexilhão (E) é filtrador e séssil, mas não é cordado, pois nunca apresenta notocorda, tubo neural dorsal e cauda pós-anal.

Questão 3. Em uma aula de embriologia, o professor mostrou que o embrião humano apresenta, em certa fase, uma haste dorsal de sustentação, um tubo nervoso dorsal, fendas na região da faringe e uma cauda depois do ânus. Sobre essas estruturas, é correto afirmar que:
a) elas provam que o ser humano adulto é um peixe, pois mantém as fendas abertas.
b) elas são as quatro características diagnósticas dos cordados, presentes no embrião de todos os membros do filo.
c) elas aparecem apenas nos embriões de peixes, e não nos de mamíferos.
d) elas são exclusivas dos vertebrados, e não aparecem no anfioxo nem na ascídia.
e) elas indicam que o ser humano descende diretamente do sapo, e não de um ancestral comum.
Gabarito: B. Notocorda, tubo neural dorsal, fendas faríngeas e cauda pós-anal são as quatro características que definem os cordados e aparecem no embrião de todos eles, inclusive no humano. O adulto humano não mantém as fendas abertas nem a cauda (A); as características aparecem também em mamíferos (C); elas aparecem no anfioxo e na larva da ascídia (D); e a presença comum indica ancestralidade compartilhada, e não descendência direta de um grupo atual (E).

Questão 4. Um estudante comparou dois vertebrados: um sapo, que vive perto de um brejo, e um lagarto, que vive em uma área seca. Ele notou que o sapo tem pele úmida, põe ovos sem casca na água e passa por metamorfose, enquanto o lagarto tem pele seca com escamas e põe ovos com casca em terra firme. A diferença reprodutiva entre eles se explica, principalmente, porque:
a) o sapo é ectotérmico e o lagarto é endotérmico, o que muda o tipo de ovo.
b) o lagarto apresenta ovo amniótico, com casca e anexos embrionários, que protege o embrião do ressecamento, enquanto o sapo não tem essa novidade.
c) o sapo tem coração de quatro câmaras e o lagarto tem coração de duas câmaras.
d) o lagarto respira pela pele e o sapo respira apenas por pulmões.
e) o sapo é um protocordado e o lagarto é um vertebrado.
Gabarito: B. O ovo amniótico, com casca e anexos, é a novidade dos répteis que permite a postura em terra firme, sem depender da água; os anfíbios não têm esse ovo, e por isso dependem de ambientes úmidos. Ambos são ectotérmicos (A); o sapo tem coração de três câmaras e o lagarto, em geral, também (C); é o sapo que respira em parte pela pele, e o lagarto respira por pulmões (D); e ambos são vertebrados, não protocordados (E).

Questão 5. Uma ave e um mamífero foram colocados em um ambiente frio, e ambos mantiveram a temperatura corporal praticamente constante, enquanto um lagarto, no mesmo ambiente, teve sua temperatura corporal reduzida. Essa diferença se deve ao fato de que:
a) aves e mamíferos são endotérmicos, produzindo calor pelo próprio metabolismo, enquanto o lagarto é ectotérmico.
b) aves e mamíferos têm pele com escamas, que isola o calor, enquanto o lagarto tem penas.
c) o lagarto tem coração de quatro câmaras e as aves e os mamíferos têm coração de três câmaras.
d) aves e mamíferos respiram por brânquias e o lagarto respira por pulmões.
e) o lagarto é um anfíbio, e por isso depende da temperatura da água.
Gabarito: A. Aves e mamíferos são endotérmicos, mantendo a temperatura interna por produção própria de calor, enquanto o lagarto é ectotérmico, com temperatura variando conforme o ambiente. O isolamento é feito por penas e pelos, e não por escamas nas aves e nos mamíferos (B); aves e mamíferos têm coração de quatro câmaras, e o lagarto, em geral, de três (C); todos respiram por pulmões na fase adulta (D); e o lagarto é réptil, não anfíbio (E).

Questão 6. Um biólogo estudou a circulação de três vertebrados: um peixe, um sapo adulto e um cachorro. Ele observou que o peixe tem coração com duas câmaras, o sapo tem coração com três câmaras e o cachorro tem coração com quatro câmaras. Sobre essa comparação, é correto afirmar que:
a) o peixe tem circulação dupla e completa, pois o sangue passa duas vezes pelo coração.
b) o sapo tem circulação dupla e incompleta, com mistura parcial de sangue no ventrículo único.
c) o cachorro tem circulação simples, pois o sangue venoso e arterial se misturam no coração.
d) os três têm o mesmo tipo de circulação, pois todos são vertebrados.
e) o peixe tem o coração mais eficiente, pois tem mais câmaras que os outros dois.
Gabarito: B. O sapo adulto tem coração de três câmaras, dois átrios e um ventrículo, com circulação dupla e incompleta, pois há mistura parcial de sangue arterial e venoso no ventrículo. O peixe tem circulação simples, com coração de duas câmaras e sangue venoso apenas (A); o cachorro tem circulação dupla e completa, sem mistura (C); os tipos de circulação diferem entre as classes (D); e o coração com mais câmaras, o do cachorro, é o mais eficiente para um metabolismo alto, e não o do peixe (E).

Dica do professor

Decore as quatro características com uma frase e revise o tema na sala de estudo antes da prova: “notocorda sustenta, tubo nervoso comanda, fenda filtra, cauda empurra”. Depois, decore os subfilos com outra frase: “uro é cauda, céfalo é cabeça, vertebrado tem vértebra”. E, para as classes, use a sequência evolutiva: peixe nada, anfíbio divide a vida, réptil põe ovo com casca, ave voa com pena, mamífero mama com pelo. Com essas três frases, você identifica o filo, o subfilo e a classe em quase todas as questões de cordados.

Atenção / cuidado

  • Não diga que todo cordado tem coluna vertebral: anfioxo e ascídia não têm vértebras, e a coluna é exclusiva dos vertebrados.
  • Não diga que a notocorda dura a vida toda em todos os cordados: ela dura a vida toda no anfioxo, só na larva na ascídia e só no embrião nos vertebrados.
  • Não confunda tubo neural dorsal com cordão nervoso ventral: o primeiro, oco e dorsal, é de cordado; o segundo, maciço e ventral, é de anelídeos e artrópodes.
  • Não diga que o embrião humano com fendas faríngeas é um peixe: as fendas são uma herança embrionária comum aos cordados, que depois segue destinos diferentes.
  • Não confunda ovo amniótico com ovo de anfíbio: o ovo com casca e anexos é dos répteis, e depois das aves e dos mamíferos monotremados; o ovo do anfíbio não tem casca e precisa de água.
  • Não diga que ave é um grupo separado dos répteis na classificação moderna sem ressalva: na divisão clássica das cinco classes, aves são classe própria, mas evolutivamente descendem de répteis.
  • Não confunda ectotérmico com “sangue frio” sem explicar: ectotérmico significa que a temperatura varia com o ambiente, e não que o sangue seja literalmente frio.

Conexão com outras áreas

Evolução: cordados e equinodermos são deuterostômios, e a sequência peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos resume a conquista da terra e a origem da endotermia. Embriologia: as quatro características aparecem no embrião e explicam a origem do encéfalo, da medula, da coluna e de estruturas do ouvido e da mandíbula. Ecologia: cordados ocupam todos os níveis das cadeias alimentares, controlam insetos e roedores, dispersam sementes e polinizam flores, e anfíbios são bioindicadores da qualidade ambiental. Saúde e economia: pesca, leite, ovos, carne, pesquisa com peixe-zebra e camundongo, e substâncias da pele de anfíbios inspirando novos medicamentos. Conservação: desmatamento, poluição, pesca predatória e doença fúngica ameaçam peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos no Brasil e no mundo. Para continuar a zoologia, siga pela lista de Biologia da sala de estudo.

Incidência: ♨️ Morno — cai no ENEM e nos vestibulares. Matéria: Biologia | Disciplina: Zoologia | Tema: Cordados.