Questões Resolvidas

Questões de Biologia: ecologia — 10 questões com resolução comentada

Dez questões REAIS de ecologia que já caíram no ENEM e em vestibulares: cadeias e teias alimentares, níveis tróficos, relações ecológicas, ciclos biogeoquímicos, sucessão ecológica e impactos ambientais. Transcrição fiel de cada prova, gabarito oficial e resolução comentada passo a passo.

Direto ao assunto
  1. Questão 1 — Cadeia trófica à beira do rio
  2. Questão 2 — Goiaba, larvas, pássaro e gato
  3. Questão 3 — Produtividade e fluxo de energia
  4. Questão 4 — Mercúrio na cadeia alimentar
  5. Questão 5 — A base da cadeia alimentar
  6. Questão 6 — Fertilizantes e o ciclo do nitrogênio
  7. Questão 7 — Nitrogênio: prática sustentável
  8. Questão 8 — Perda de biodiversidade: o que fazer
  9. Questão 9 — Polinizadores e produtividade agrícola
  10. Questão 10 — Sucessão após o desmatamento

Ecologia é um dos temas mais frequentes da Biologia do ENEM e dos vestibulares: cadeias e teias alimentares, fluxo de energia, ciclos biogeoquímicos, relações ecológicas, sucessão e impactos humanos caem todo ano — quase sempre com um texto, um dado ou uma figura para interpretar, não com decoreba. Abaixo, 10 questões reais, que já caíram no ENEM, no ENEM PPL e em vestibulares, transcritas fielmente, cada uma com fonte, gabarito oficial e resolução comentada passo a passo. Tente resolver antes de abrir o gabarito!

Questão 1 — Cadeia trófica à beira do rio

Fonte: Fuvest 2019 — 1ª fase.

Nas margens de um rio, verificava-se a seguinte cadeia trófica: o capim ali presente servia de alimento para gafanhotos, que, por sua vez, eram predados por passarinhos, cuja espécie só ocorria naquele ambiente e tinha exclusivamente os gafanhotos como alimento; tais passarinhos eram predados por gaviões da região. A lama tóxica que vazou de uma empresa mineradora matou quase totalmente o capim ali existente. É correto afirmar que, em seguida, o consumidor secundário

A) teve sua população reduzida como consequência direta do aumento da biomassa no primeiro nível trófico da cadeia. B) teve sua população reduzida como consequência indireta da diminuição da biomassa no primeiro nível trófico da cadeia. C) não teve sua população afetada, pois o efeito da lama tóxica se deu sobre o primeiro nível trófico da cadeia e não sobre o segundo. D) não teve sua população afetada, pois a lama tóxica não teve efeito direto sobre ele, mas sim sobre um nível trófico inferior. E) teve sua população aumentada como consequência direta do aumento da biomassa no segundo nível trófico da cadeia.

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Gabarito oficial: B.

Monte os níveis tróficos: capim = produtor (1º nível); gafanhoto = consumidor primário (2º nível); passarinho = consumidor secundário (3º nível); gavião = consumidor terciário (4º nível). A lama matou o capim, ou seja, diminuiu a biomassa do primeiro nível. Com menos capim, há menos gafanhotos — e, como o passarinho se alimenta exclusivamente deles, a população do consumidor secundário cai por consequência indireta (o efeito chegou até ele pela cadeia, não pela lama diretamente). Por isso A e E estão erradas (falam em aumento de biomassa, quando houve redução) e C e D estão erradas (a cadeia transmite o efeito: mexer na base abala todos os níveis acima).

Questão 2 — Goiaba, larvas, pássaro e gato

Fonte: UEA 2024.

Logo após a aula de ecologia, no caminho de volta para sua casa, uma estudante imaginou a seguinte cadeia alimentar: goiaba —> larvas —> pássaro —> gato. Nesse exemplo elaborado pela estudante,

A) as larvas são produtoras primárias. B) a matéria tende a diminuir ao longo dos níveis tróficos. C) a energia assimilada abastece quatro níveis tróficos. D) a goiaba é um produto (fruto) de um ser heterótrofo. E) o gato é um consumidor quaternário.

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Gabarito oficial: C.

Conte os níveis: a goiaba é o fruto da goiabeira, um produtor (1º nível); as larvas comem a goiaba e são consumidoras primárias (2º nível); o pássaro come as larvas e é consumidor secundário (3º nível); o gato come o pássaro e é consumidor terciário (4º nível). A energia assimilada na base percorre, portanto, quatro níveis tróficos. A está errada (larvas são heterótrofas, consumidoras); B confunde matéria com energia — o que diminui a cada nível é a energia disponível, enquanto a matéria é reciclada no ecossistema pelos decompositores; D está errada (a goiabeira é autótrofa, fotossintetizante); E está errada (o gato é consumidor terciário: produtor → primário → secundário → terciário).

Questão 3 — Produtividade e fluxo de energia

Fonte: UFRGS 2023.

Considere as seguintes afirmações sobre a produtividade e o fluxo de energia nas cadeias e teias alimentares.

I – Algumas atividades humanas, como a conversão de florestas em pastagens e o desenvolvimento urbano, podem interferir na produtividade primária. II – Os consumidores primários incorporam a totalidade da energia solar captada pelos produtores. III – A transferência de energia em uma cadeia alimentar é bidirecional: inicia nos produtores e segue rumo aos consumidores terciários, retornando através da ação dos decompositores.

Quais estão corretas?

A) Apenas I. B) Apenas II. C) Apenas III. D) Apenas I e III. E) I, II e III.

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Gabarito oficial: A.

Só a afirmativa I está correta: trocar floresta por pasto ou urbanizar muda a cobertura vegetal e, com ela, a fotossíntese — ou seja, a produtividade primária. II está errada porque o consumidor primário incorpora só uma pequena parte da energia dos produtores (regra prática: cerca de 10% passa de um nível ao seguinte; o resto se perde, sobretudo como calor, na respiração e nas excretas). III está errada porque o fluxo de energia é unidirecional — produtor → consumidores — e não volta: os decompositores reciclam a matéria (nutrientes minerais), não a energia.

Questão 4 — Mercúrio na cadeia alimentar

Fonte: UFJF 2023.

Existem diversas pesquisas atuais investigando a concentração de alguns metais em animais marinhos em ecossistemas estuarinos no Brasil. Boa parte dos dados para o litoral sudeste apontam alta concentração de alguns metais nesses ecossistemas. Imaginemos que tenham sido encontradas as seguintes concentrações de mercúrio (Hg) nos seguintes animais em um ecossistema costeiro do litoral de São Paulo: 90 ng/g em poliquetas, 550 ng/g em moluscos cefalópodes pelágicos, 550 ng/g em peixes da espécie cangoá (peixe bentônico) e 770 ng/g em toninhas (mamíferos marinhos). Dados apontam ainda que a concentração de Hg maior que 500 ng/g em peixes é inadequada para consumo humano.

Marque a opção que contém as informações CORRETAS:

I. O exemplo em questão aborda a biomagnificação, ou seja, o acúmulo progressivo de substância de um nível trófico para outro ao longo da cadeia alimentar. II. No exemplo apresentado os peixes possuem a maior acumulação de mercúrio por estarem no topo da cadeia alimentar. III. Uma provável cadeia alimentar nesse ecossistema estuarino seria: poliquetas, cangoá e toninhas. IV. Os dados apresentados no exemplo não representam uma preocupação quanto ao consumo de peixes na região.

A) I e II. B) I, II e III. C) I, III e IV. D) III e IV. E) I e III.

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Gabarito oficial: E.

Julguem item por item. I é verdadeira: biomagnificação (ou magnificação trófica) é justamente o aumento da concentração de uma substância não biodegradável — como o mercúrio — à medida que se sobe na cadeia alimentar. II é falsa: a maior concentração é a das toninhas (770 ng/g), não a dos peixes (550 ng/g) — as toninhas é que ocupam o topo dessa cadeia. III é verdadeira: poliquetas (base, 90 ng/g) → cangoá, peixe bentônico que se alimenta no fundo (550 ng/g) → toninha, mamífero predador (770 ng/g) forma uma cadeia coerente com os valores crescentes. IV é falsa: 550 ng/g está acima do limite de 500 ng/g, logo o consumo desses peixes é, sim, motivo de preocupação. Sobram I e III.

Questão 5 — A base da cadeia alimentar

Fonte: UFPR 2023.

Considere que o destino dos heterótrofos é se alimentarem de um autótrofo, ou ainda de outro heterótrofo que, por sua vez, alimentou-se de um autótrofo. Isso pode continuar por muitos níveis tróficos, mas no início sempre há um autótrofo. A esse respeito, é correto afirmar:

A) Os heterótrofos são a base da cadeia alimentar, responsáveis pela produção primária e pela maior produção de biomassa. B) Os heterótrofos são carnívoros predadores de herbívoros autótrofos, que são a base da cadeia alimentar e consumidores de maior biomassa. C) Seres autótrofos estão na base da cadeia alimentar, pois são produtores e consomem diretamente os seres fotossintetizantes. D) Seres fotossintetizantes são base de cadeia alimentar e servem de alimento para consumidores primários, que são alimento para consumidores secundários. E) Em uma cadeia alimentar, os autótrofos estão sempre no início, mas também podem comportar-se como consumidores primários e secundários.

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Gabarito oficial: D.

O enunciado já entrega a chave: no início de toda cadeia há sempre um autótrofo. Os fotossintetizantes (plantas, algas) são os produtores, ocupam o primeiro nível trófico e alimentam os consumidores primários (herbívoros), que por sua vez alimentam os secundários (carnívoros) — exatamente o que diz D. A erra a base (heterótrofos não produzem, consomem); B erra duas vezes (herbívoros não são autótrofos, e a base não é consumidora); C se contradiz (autótrofos não consomem fotossintetizantes — eles são os fotossintetizantes); E erra ao transformar produtores em consumidores (autótrofo produz o próprio alimento, nunca ocupa nível de consumidor).

Questão 6 — Fertilizantes e o ciclo do nitrogênio

Fonte: ENEM 2017 — Ciências da Natureza, Q96 (caderno azul).

Uma grande virada na moderna história da agricultura ocorreu depois da Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, os governos haviam se deparado com um enorme excedente de nitrato de amônio, ingrediente usado na fabricação de explosivos. A partir daí as fábricas de munição foram adaptadas para começar a produzir fertilizantes tendo como componente principal os nitratos.

SOUZA, F. A. Agricultura natural/orgânica como instrumento de fixação biológica e manutenção do nitrogênio no solo: um modelo sustentável de MDL. Disponível em: www.planetaorganico.com.br. Acesso em: 17 jul. 2015 (adaptado).

No ciclo natural do nitrogênio, o equivalente ao principal componente desses fertilizantes industriais é produzido na etapa de

A) nitratação. B) nitrosação. C) amonificação. D) desnitrificação. E) fixação biológica do N2.

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Gabarito oficial: A.

O componente principal dos fertilizantes é o nitrato (NO3−), a forma de nitrogênio que as plantas mais absorvem. No ciclo natural, o nitrato surge na nitratação: bactérias nitrificantes oxidam o nitrito (NO2−) a nitrato. Não confunda as etapas: fixação biológica (E) transforma N2 do ar em amônia; amonificação (C) devolve amônia ao solo a partir da matéria orgânica morta; nitrosação (B) é o passo anterior, amônia → nitrito; desnitrificação (D) faz o caminho inverso, nitrato → N2 de volta à atmosfera. A pergunta pede onde o nitrato é produzido: nitratação.

Questão 7 — Nitrogênio: prática sustentável

Fonte: ENEM PPL 2019 — Ciências da Natureza, Q105 (caderno azul).

O nitrogênio é essencial aos seres vivos e pode ser adquirido pelas plantas, através da absorção pelas raízes, e pelos animais, através da alimentação. Sua utilização na agricultura de forma inadequada tem aumentado sua concentração no ambiente, e o excesso, que é transportado para os cursos-d’água, tem causado a eutrofização. Contudo, tal dano ambiental pode ser minimizado pela adoção de práticas sustentáveis, que aprisionam esse elemento no solo, impedindo seu escoamento para rios e lagos.

O método sustentável visando a incorporação desse elemento na produção, prevenindo tal dano ambiental, é o(a)

A) adição de minhocas na terra. B) irrigação da terra antes do plantio. C) reaproveitamento do esterco fresco. D) descanso do solo sem adição de culturas. E) fixação biológica nas raízes por bactérias.

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Gabarito oficial: E.

A fixação biológica é feita por bactérias (o exemplo clássico é o Rhizobium, em simbiose com as raízes de leguminosas como feijão e soja): elas convertem o N2 do ar em compostos nitrogenados que a planta usa, prendendo o nitrogênio no sistema solo-planta em vez de deixá-lo escorrer para rios e lagos — o que reduz a necessidade de adubo nitrogenado e, com ela, a eutrofização. As demais não resolvem o problema: minhocas (A) arejam o solo, mas não fixam nitrogênio; irrigar antes do plantio (B) não incorpora nitrogênio; esterco fresco (C) é fonte de nitrogênio que também lixivia; deixar o solo descansado sem cultura (D) não fixa nem retém o elemento na produção.

Questão 8 — Perda de biodiversidade: o que fazer

Fonte: ENEM PPL 2023 — Ciências da Natureza, Q129 (caderno azul).

Fatores como introdução de espécies exóticas, destruição de hábitats e caça predatória têm como impacto a perda de biodiversidade. Isso tem como possível consequência a redução do potencial para gerar alimentos e produzir medicamentos.

Uma medida efetiva para a redução desse impacto é o(a)

A) plantio de espécies nativas. B) promoção de endocruzamentos. C) criação de espécies em cativeiro. D) isolamento de fragmentos de matas nativas. E) manutenção de espécies com mesmo nicho ecológico.

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Gabarito oficial: A.

Se o problema é destruição de hábitat, a medida que ataca a causa é recompor o hábitat com espécies nativas: elas restauram a base da teia alimentar local e as interações (polinização, dispersão) que sustentam a biodiversidade. As demais pioram ou não resolvem: endocruzamento (B) reduz a variabilidade genética e fragiliza populações; criar em cativeiro (C) conserva indivíduos, mas não devolve o hábitat nem as interações na natureza; isolar fragmentos (D) impede o fluxo gênico entre populações; manter espécies de mesmo nicho (E) gera competição e exclusão competitiva, não conservação.

Questão 9 — Polinizadores e produtividade agrícola

Fonte: Unicamp 2017.

Pesquisadores analisaram o número de polinizadores, a biodiversidade e o rendimento de cultivos dependentes de polinizadores (maçã, pepino, caju, café, feijão, algodão e canola, entre outros) em propriedades da África, Ásia e América do Sul. Nos países analisados, o rendimento agrícola cresceu de acordo com a densidade de polinizadores, indicando que a redução na população de abelhas e outros insetos poderia ser parcialmente responsável pela queda de produtividade.

(Adaptado de http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/01/21/insetos-elevam-produtividade-agricola/)

Os resultados obtidos com a pesquisa relatada acima sugerem que

A) a presença de insetos nas lavouras pode ser uma das causas da queda de produtividade e biodiversidade. B) práticas agrícolas convencionais, com uso de pesticidas, favorecem os polinizadores e aumentam a produtividade. C) a adoção de medidas que ofereçam condições de vida mais favoráveis a polinizadores pode resultar em aumento de produtividade do feijão. D) a biodiversidade observada na África, Ásia e América do Sul demanda uso intenso de defensivos agrícolas.

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Gabarito oficial: C.

O dado central é a correlação direta: mais polinizadores → maior rendimento. Logo, medidas que favorecem a vida dos polinizadores (menos pesticida, mais hábitat, mais diversidade floral) tendem a aumentar a produtividade de cultivos dependentes deles — e o feijão está na lista do próprio texto. A inverte a causalidade (o problema é a redução dos insetos, não a presença deles); B contradiz o texto (pesticidas prejudicam polinizadores, não os favorecem); D inventa uma exigência que o texto não faz (a biodiversidade não “demanda” defensivo algum).

Questão 10 — Sucessão após o desmatamento

Fonte: PUC-PR (ano não identificado na fonte consultada).

Charge da questão: um homem com motosserra dentro de uma árvore oca diz que fez uma retirada sustentável

Ao retratar a retirada da madeira de uma árvore, a charge expõe a questão sobre o desmatamento das florestas. Uma floresta desmatada está sujeita às mudanças sequenciais de sua comunidade, as quais culminarão com o restabelecimento da comunidade. Tais mudanças correspondem ao processo da sucessão ecológica.

Considere a sucessão em uma área originalmente de floresta e assinale a alternativa que relaciona CORRETAMENTE os eventos desse fenômeno.

A) A sucessão, após o desmatamento da floresta, corresponde à sucessão primária. B) Conforme o aumento em tamanho das plantas nessa sucessão, a razão entre a biomassa fotossintética e a biomassa de consumo aumenta. C) As plantas que iniciam esse evento apresentam certas características gerais, tais como: poucas sementes, taxa de crescimento lenta e alta tolerância à sombra. D) Conforme a ilustração na charge, a maior % de biomassa extraída da figura corresponde ao tecido condutor do floema e ao tecido de revestimento epidérmico. E) As espécies colonizadoras da área desmatada alteram o ambiente tornando-o mais adequado para as espécies tardias da sucessão.

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Gabarito oficial: E.

O mecanismo-chave da sucessão é a facilitação: as espécies colonizadoras (pioneiras) modificam o ambiente — sombra, umidade, matéria orgânica no solo — e o deixam mais adequado para as espécies tardias, até o clímax. A está errada: após o desmatamento o solo já existe e já foi ocupado, então a sucessão é secundária (primária é em substrato novo, sem vida anterior, como rocha nua ou lava). B está errada: com o crescimento das plantas, aumenta a biomassa não fotossintética (troncos, raízes), então a razão biomassa fotossintética/biomassa de consumo diminui. C descreve o oposto das pioneiras, que têm muitas sementes, crescimento rápido e baixa tolerância à sombra. D está errada: a maior parte da biomassa extraída da árvore é madeira, ou seja, xilema — não floema nem epiderme.

Bom treino! Na próxima bateria, a matéria da vez será Educação Física — e, como sempre, só com questões reais de prova.