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Relação e Função

Aprenda mais sobre Relação e Função

Direto ao assunto
  1. Relação
  2. O que é uma função?
  3. Domínio Contradomínio e Imagem de uma função
  4. Quadrantes
  5. Raízes de uma função
  6. Tipos de Funções
  7. Função Par, Função Ímpar e Função Sem Paridade.
  8. Função Composta
  9. Função Constante
  10. Função Afim ou polinomial do primeiro grau
  11. Função Linear (Identidade)
  12. Função Crescente
  13. Função Decrescente
  14. Função Quadrática ou polinomial do segundo grau
  15. Função Modular
  16. Função exponencial
  17. Função Logarítmica
  18. Funções trigonométricas
  19. Função raiz

Prof.Adriano

Relação

Observe, por exemplo, o diagrama das RELAÇÕES ao lado:

Relação e Função

A RELAÇÃO acima NÃO É UMA FUNÇÃO, pois existe o elemento 1 no conjunto A, que não está associado a nenhum elemento do conjunto B. 

Vamos ver outro caso:

Relação e Função

A RELAÇÃO acima também NÃO É UMA FUNÇÃO, pois existe o elemento 4 no conjunto A, que está associado a mais de um elemento do conjunto B. 

O que é uma função?

Toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles, que faça corresponder a todo elemento do 1° conjunto um único elemento do 2°, ocorre uma função.

Por exemplo: 
Na tabela de preços de uma loja, a cada produto corresponde um determinado preço.

Uma calça custa R$ 50,00
Duas calças custam R$ 100,00
Três calças custam R$ 150,00 
Quatro calças custam R$ 200,00 e assim por diante.

Agora preste atenção no próximo exemplo

Relação e Função

A RELAÇÃO acima É UMA FUNÇÃO, pois TODO elemento do conjunto A está associado a somente UM elemento do conjunto B.

E se for em um gráfico?
Como saber se é função ou não?
Basta traçar uma reta paralela ao eixo y:
Se cortar o gráfico em 2 ou mais pontos, NÃO é uma função.
Se cortar em apenas 1 ponto, então temos uma função.

Exemplo 1
O gráfico abaixo é função ou não?

Relação e Função

 
Traçando uma reta r (em vermelho) paralela ao eixo y. 

Relação e Função

E percebemos que a reta r, corta o gráfico lilás em 2 pontos como mostra as flechas verdes, portanto, o gráfico em questão NÃO É FUNÇÃO.

Exemplo 2
O gráfico abaixo é função ou não?

Relação e Função

Traçando uma reta r (em vermelho) paralela ao eixo y. 

Relação e Função

E percebemos que a reta r, corta o gráfico lilás em 1 ponto como mostra a flecha verde, portanto, o gráfico em questão É FUNÇÃO.

Domínio Contradomínio e Imagem de uma função

Domínio (D): representado por todos os elementos do conjunto A. 
Contradomínio (CD): representado por todos os elementos do conjunto B. 
Imagem (I): representada pelos elementos do contradomínio (conjunto B) que possuem correspondência com o domínio (conjunto A).
O domínio de uma função de A em B é sempre o próprio conjunto de partida, ou seja, D = A. 
Observe o domínio e a imagem na função abaixo.

Relação e Função

D = {1, 2, 3, 4}
I = {5, 6, 7, 8} 
CD = {5, 6, 7, 8, 9, 10}

Segundo o conceito de função, existem duas condições para que uma relação “f” seja uma função:

1º) O domínio deve sempre coincidir com o conjunto de partida, ou seja, todo elemento de “A” é ponto de partida de flecha.

2°) De cada elemento de A deve partir uma única flecha.

Observações:
Como “x” e “y” têm seus valores variando nos conjuntos “A” e “B”, recebem o nome de variáveis.

A variável “x” é chamada variável independente e a variável “y” é chamada de variável dependente, pois para obter o valor de y dependemos de um valor de x.
Uma função f fica definida quando são dados seu domínio (conjunto A), seu contradomínio (conjunto B) e a lei de associação y = f(x).

Obtenção do domínio de uma função
O domínio é o subconjunto de IR no qual todas as operações indicadas em y = f(x) são possíveis. 

Vamos ver alguns exemplos:
1) f(x) = √(2x-4)

Gabarito:
Como √(2x-4) , só é possível em IR se:
2x – 4 ≥ 0, ou seja, 
x ≥ 2, então:
D = {x ? IR / x ≥ 2}

2) f(x) = 5/(x+1)

Gabarito:
Como x + 1 é denominador, ele não poderá ser nulo (pois não existe divisão por zero).
Portanto:
x + 1 ≠ 0
x ≠ – 1

3) f(x) = √(x-2)/√(3-x) 

Gabarito:
Vamos analisar primeiro o numerador:
Como x – 2 está dentro da raiz, então devemos ter:
x – 2 ≥ 0, ou seja,
x ≥ 2 (condição 1)
Agora o denominador: 
Como 3 – x está dentro da raiz, devemos ter 3 – x ≥ 0. 
Mas além disso ele também está no denominador, portanto devemos ter 3 – x ≠ 0. 
Juntando as duas condições devemos ter: 
3 – x > 0, ou seja, 
– x > 0 – 3
– x > – 3 (multiplique por (– 1)
x < 3 (condição 2). 
Resolvendo o sistema formado pelas condições 1 e 2 temos:
Condição 1: x ≥ 2
Condição 2: x < 3
C1 ∩ C2 → 2 ≤ x < 3

Relação e Função

Devemos considerar o intervalo que satisfaz as duas condições ao mesmo tempo. 
Portanto, D = {x ? IR | 2 ≤ x < 3}.

Construção do gráfico cartesiano de uma função
Para construir o gráfico de uma função “f”, basta atribuir valores do domínio à variável “x” e, usando a sentença matemática (Lei) que define a função, calcular os correspondentes valores da variável “y”.

Vamos construir o gráfico da função definida por y = x/2 
Escolhemos alguns valores para o domínio, como por exemplo D = {2, 4, 6, 8}. 
Assim temos:

y = x/2

x = 2 → y = 2/2 → y = 1

x = 4 → y = 4/2 → y = 2

x = 6 → y = 6/2 → y = 3

x = 8 → y = 8/2 → y = 4
 
Então, montamos a seguinte tabela:
 Relação e Função

Identificamos os pontos encontrados no plano cartesiano:

Relação e Função

O gráfico da função será uma reta que passará pelos quatro pontos encontrados. 
Basta traçar a reta, e o gráfico estará construído.

Relação e Função

Obs: para desenhar o gráfico de uma reta são necessários apenas dois pontos. 
No exemplo acima escolhemos 4 pontos, mas bastaria escolher dois elementos do domínio, encontrar suas imagens, e logo após traçar a reta que passa por esses 2 pontos.

Quadrantes

Relação e Função

Raízes de uma função

Raiz ou zero da função é o instante em que a reta corta o eixo “x”.

Por exemplo:
Dada a função f(x) = – 6x + 12, determine a raiz dessa função.
f(x) = – 6x + 12 → Substitui o “f(x)” por “zero”, temos:
0 = – 6x + 12
– 6x + 12 = 0
– 6x = 0 – 12
– 6x = – 12
x = (-12)/(-6) 

x = 2

Tipos de Funções

Funções, Sobrejetora, Injetora e Bijetora.

Função Sobrejetora

Dizemos que uma função é sobrejetora se, e somente se, o seu conjunto imagem for igual ao contradomínio, isto é, se Im = B. 

Relação e Função

Em outras palavras, não pode sobrar elementos no conjunto B sem receber flechas. 

Exemplo:
Seja f(x) = x² → (função quadrática)
É Sobrejetora, pois todos os elementos do contradomínio de f(x) são imagem de pelo menos um elemento do domínio de f(x).

Veja:
Se “x” for 0, temos:
f(x) = x² 
f(0) = 0² 
f(0) = 0 → temos o ponto: P(0,0) → onde x = 0 e y = 0

Se “x” for 1, temos:
f(x) = x² 
f(1) = 1² 
f(1) = 1 → temos o ponto: P(1,1) → onde x = 1 e y = 1

Se “x” for (- 1), temos:
f(x) = x² 
f(- 1) = (- 1)² 
f(- 1) = 1 → temos o ponto: P(- 1, 1) → onde x = (- 1) e y = 1

Relação e Função

Função Injetora

A função é injetora se elementos distintos do domínio tiverem imagens distintas, ou seja, dois elementos não podem ter a mesma imagem. 

Relação e Função

Portanto, não pode haver nenhum elemento no conjunto B que receba duas flechas. 

Exemplo:
Seja f(x) = x + 2 → (função afim)
Essa função é Injetora, pois todo elemento do conjunto dos números reais é imagem de um elemento do contradomínio também dos números reais. 
Veja:
Se “x” for 3, temos:
f(x) = x + 2 
f(3) = 3 + 2 
f(3) = 5 → temos o ponto: P(3,5) → onde x = 3 e y = 5

Se “x” for 0, temos:
f(x) = x + 2 
f(0) = 0 + 2 
f(0) = 2 → temos o ponto: P(0,2) → onde x = 0 e y = 2

Relação e Função

Função Bijetora

Uma função é bijetora quando ela é sobrejetora e injetora ao mesmo tempo. 

Relação e Função

Relação e Função

O domínio dessa função é o conjunto {- 1, 0, 1, 2}. 
O contradomínio reúne os elementos: {4, 0, – 4, – 8}. 
Já o conjunto imagem da função é definido por: Im(f) = {4, 0, – 4, – 8}.

Exemplo:
Seja f(x) = x → (função identidade) 
Essa função é bijetora.
Veja:
Se “x” for 0, temos:
f(x) = x 
f(0) = 0 → temos o ponto: P(0,0) → onde x = 0 e y = 0

Se “x” for 1, temos:
f(x) = x 
f(1) = 1 → temos o ponto: P(1,1) → onde x = 1 e y = 1

Relação e Função

Função Par, Função Ímpar e Função Sem Paridade.

Função Par

A Função Par é simétrica em relação ao eixo vertical, ou seja, à ordenada y. 
Exemplo de gráfico da Função Par: f(x) = x2

Relação e Função

 Como verificar se uma função é Par via gráfico?
No gráfico de f(x) = x²

 

Numeramos 1 no III quadrante e 2 no I quadrante, conforme figura.

Relação e Função

Agora vamos dobrar o gráfico de forma que o lado esquerdo case com o lado direito, conforme figura.

Relação e Função

Ficará assim:

Relação e Função

Se o gráfico casar perfeitamente (conforme figura), temos uma função Par.

Função Ímpar

A função Ímpar é simétrica em relação ao eixo horizontal, ou seja, à abscissa x.
Exemplo de gráfico da função ímpar: f(x) = 3x

Relação e Função

Como verificar se uma função é Impar via gráfico?
No gráfico de f(x) = 3x

Relação e Função

Numeramos 1 no II quadrante e 2 no IV quadrante, conforme figura.

Relação e Função

Agora vamos dobrar o gráfico de forma que a parte de cima case com a parte de baixo, conforme figura.

Relação e Função

Ficará assim:

Relação e Função

Se o gráfico refletir perfeitamente (conforme figura), temos uma função Impar.

Geralmente funções Pares e funções Impares passam pela origem, entretanto conforme o gráfico há funções muito difíceis de imaginá-los como sendo Pares ou Ímpares.

Nestes casos se você demonstrar algebricamente, nunca irá errar, veremos os próximos exemplos:

Para saber se uma função é PAR, basta substituir o “x” por “- x”, 
Se “f(x) = f(- x)”, então a função é PAR.
  f(x) = x² – 1
f(- x) = (- x)² – 1
f(- x) = x² – 1 ↔ substituindo x² – 1 por f(x), temos:
f(- x) = f(x) ↔ f(x) = f(- x)
Temos que “f(x) = f(- x)”, portanto a função é PAR

Para saber se uma função é ÍMPAR, basta substituir o “x” por “- x”, 
Se “f(- x) = – f(x)”, então a função é ÍMPAR.
  f(x) = 2x
f(- x) = 2(- x)
f(- x) = – 2x ↔ substituindo 2x por f(x), temos: 
f(- x) = – f(x)
Temos que “f(- x) = – f(x)”, portanto a função é ÍMPAR

Para saber se uma função é SEM PARIEDADE, basta substituir o “x” por “- x”. 
  f(x) = x² – 5x + 6
f(- x) = (- x)² – 5(- x) + 6
f(- x) = x² + 5x + 6
Como “f(x) ≠ f(- x)”, então “f” NÃO é PAR.
Temos também que “f(- x) ≠ – f(x)” logo “f” NÃO é ÍMPAR.
Por NÃO SER PAR nem ÍMPAR, concluímos que “f” é função SEM PARIEDADE.

Função Composta

A função composta, também chamada de função de função, é um tipo de função matemática que combina duas ou mais variáveis.

Sendo assim, ela envolve o conceito de proporcionalidade entre duas grandezas, e que ocorre por meio de uma só função.

Dada uma função f (f: A → B) e uma função g (g: B → C), a função composta de g com f é representada por gof. 
Já a função composta de f com g é representada por fog.
fog (x) = f(g(x))
gof (x) = g(f(x))

Relação e Função

Note que nas funções compostas as operações entre as funções não são comutativas.

Ou seja, fog ≠ gof.
Assim, para resolver uma função composta aplica-se uma função no domínio de outra função. 
E, substitui-se a variável x por uma função.
Exemplo
Determine o gof(x) das funções f(x) = 2x + 2 e g(x) = 5x.
gof(x) = 
= g[f(x)] 
= g(2x+2) 
= 5(2x+2) 
= 10x + 10

Determine o fog(x) das funções f(x) = 2x + 2 e g(x) = 5x.
fog(x) = 
= f[g(x)] 
= f(5x) 
= 2(5x) + 2 
= 10x + 2

Vamos analisar um exemplo para entender o que é uma função composta. 
Consideremos os conjuntos:
A = {- 2, – 1, 0, 1, 2}
B = {-2, 1, 4, 7, 10}
C = {3, 0, 15, 48, 99}
E as funções:
f:A → B definida por f(x) = 3x + 4
g:B → C definida por g(y) = y2 – 1

Relação e Função

Como nos mostra o diagrama acima, para todo x ? A temos um único y ? B, tal que y = 3x + 4, e para todo y ? B existe um único z ? C tal que z = y2 – 1. 

Função Inversa

Consideremos os conjuntos

A = {0, 2, 4, 6, 8} e 
B = {1, 3, 5, 7, 9} e a função f:A → B definida por y = x + 1. 
A função f está representada no diagrama abaixo:

Relação e Função

A função “f” é Bijetora. 
A cada elemento “x” de “A” está associado um único elemento “y” de “B”, de modo que y = x + 1 
Porém, como “f” é Bijetora, a cada elemento “y” de “B” está associado um único elemento “x” de “A”, de modo que x = y – 1; portanto temos uma outra função g:B → A, de modo que: 
y = x + 1 → Na função inversa, temos que isolar o “x”, logo:
y – x = 1
– x = – y + 1 (multiplicamos ou dividimos por [- 1])
x = y – 1 → ou g(y) = y – 1 ou f-1(y) = y – 1

Essa função está representada no diagrama abaixo:

Relação e Função

Observação: 
Para que uma função “f” admita a inversa “f-1” é necessário que ela seja bijetora. 
Se “f” não for bijetora, ela não possuirá inversa.

Função Constante

Na Função Constante, todo valor do domínio “x” tem a mesma imagem “y”.
Fórmula geral da função constante:
f(x) = c
x = Domínio
f(x) = Imagem
c = constante, que pode ser qualquer número do conjunto dos reais.
Exemplo de gráfico da função constante: f(x) = 2

Relação e Função

Função Afim ou polinomial do primeiro grau

Para saber se uma função é polinomial do primeiro grau, devemos observar o maior grau da variável x (termo desconhecido), que sempre deve ser igual a 1. 
Nessa função, o gráfico é uma reta. 
Além disso, ela possui: domínio x, imagem f(x) e coeficientes a e b.
Fórmula geral da função afim ou polinomial do primeiro grau
f(x) = ax + b
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente angular
b = coeficiente linear
Exemplo de gráfico da função polinomial do primeiro grau: f(x) = 4x + 1

Relação e Função

Função Linear (Identidade)

A função linear tem sua origem na função do primeiro grau (f(x) = ax + b). 
Trata-se de um caso particular, pois “b” sempre será igual a zero.
Fórmula geral da função linear
f(x) = ax
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente angular
Exemplo de gráfico da função linear: f(x) = – x/3  

Relação e Função

Função Crescente

A função polinomial do primeiro grau será Crescente quando o coeficiente a for diferente de zero e maior que um (a > 1).
Fórmula geral da função crescente
f(x) = + ax + b
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente angular sempre positivo
b = coeficiente
Exemplo de gráfico da função crescente: f(x) = 5x

Relação e Função

Função Decrescente

Na função Decrescente, o coeficiente a da função do primeiro grau (f(x) = ax + b) é sempre negativo.
Fórmula geral da função decrescente
f(x) = – ax + b
x= domínio/ incógnita
f(x) = imagem
– a = coeficiente angular sempre negativo
b = coeficiente
Exemplo de gráfico da função decrescente: f(x) = – 5x
 

Relação e Função

Função Quadrática ou polinomial do segundo grau

Identificamos que uma função é do segundo grau quando o maior expoente que acompanha a variável “x” (termo desconhecido) é 2. O gráfico da função polinomial do segundo grau sempre será uma parábola. 
A sua concavidade muda de acordo com o valor do coeficiente “a”. 
Sendo assim, se “a” é positivo, a concavidade é para cima e, se for negativo, a concavidade é para baixo.
Fórmula geral da função quadrática ou polinomial do segundo grau
f(x) = ax² + bx + c
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente que determina a concavidade da parábola.
b = coeficiente.
c = coeficiente.
Exemplo de gráfico da função polinomial do segundo grau: f(x) = x²  – 6x + 5
 

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f(x) = x² 
 

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f(x) = – x² + 9

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Função Modular

A Função Modular apresenta o módulo, que é considerado o valor absoluto de um número e é caracterizado por “| |”. 
Como o módulo sempre é positivo, esse valor pode ser obtido tanto negativo quanto positivo. 
O módulo presente na lei da função faz com que a parte do gráfico que se localiza abaixo do eixo x “reflita” no momento em que toca o eixo x. 
Mas por quê? 
Simples
A parte do gráfico abaixo do eixo x representa os valores negativos de y e, como o módulo de um número é sempre um valor positivo, o gráfico de f(x) = |– x| fica:

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A parte do gráfico que está azul é parte que sofreu ação do módulo.

Exemplo 2. Construa o gráfico da função f(x) = |x2 – 3x|
Solução: pela definição de módulo, temos que:
f(x) = x²  – 3x, se x≥ 0
e
f(x) = – (x²  – 3x), se x<0
Daí, segue que:
x²  – 3x = 0
x(x – 3) = 0
x’ = 0/((x-3)) 
x’ = 0
ou 
x” – 3 = 0,
x” = 3 
Logo:

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Temos também que:
– (x²  – 3x) = 0 → (-1)
x² – 3x = 0
x = 0 ou x = 3
Daí, segue que:
 

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Unindo as partes dos dois gráficos que se encontram acima do eixo x teremos o gráfico da função f(x) = |x²  – 3x|

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Função exponencial

Uma função será considerada Exponencial quando a variável “x” estiver no expoente em relação à base de um termo numérico ou algébrico. 
Caso esse termo seja maior que “1”, o gráfico da função exponencial é crescente. 
Mas se o termo for um número entre “0” e “1”, o gráfico da função exponencial é decrescente.
Fórmula geral da função exponencial
f(x) = ax
a > 1 ou 0 < a < 1
x = domínio
f(x) = imagem
a = Termo numérico ou algébrico
Exemplo de gráfico da função exponencial crescente: f(x) = (2)x, para a = 2

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Exemplo de gráfico da função exponencial decrescente: f(x) = (1/2)x para a = ½

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Função Logarítmica

Na Função Logarítmica, o domínio é o conjunto dos números reais maiores que zero e o contradomínio é o conjunto dos elementos dependentes da função, sendo todos números reais.
Fórmula geral da função logarítmica
f(x) = logax 
a = base do logaritmo
f(x) = Imagem/ logaritmando
x = Domínio/ logaritmo
Exemplo de gráfico da função logarítmica: f(x) = log10 (5x – 6)

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Funções trigonométricas

As funções trigonométricas são consideradas funções angulares e são utilizadas para o estudo dos triângulos e em fenômenos periódicos. 
Podem ser caracterizadas como razão de coordenadas dos pontos de um círculo unitário. 
As funções consideradas elementares são:
– Seno: f(x) = sen x
– Cosseno: f(x) = cos x
– Tangente: f(x) = tg x
Exemplo de gráfico da função trigonométrica seno: f(x) = sen (x + 2)

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Exemplo de gráfico da função trigonométrica cosseno: f(x) = cos (x + 2)

Relação e Função

Exemplo de gráfico da função tangente: f(x) = tg (x + 2)

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Função raiz

O que determina o domínio da função raiz é o termo n que faz parte do expoente. 
Se “n” for ímpar, o domínio (x) será o conjunto dos números reais; se n for par, o domínio (x) será somente os números reais positivos. 
Isso porque, quando o índice é par, o radicando (termo que fica dentro da raiz) não pode ser negativo.
Fórmula geral da função raiz
f(x) = x(1/n)  
f(x) = Imagem
x = domínio/ base
1/n = expoente

Exemplo de gráfico da função raiz: f(x) = x(1/n)

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